COE

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ENTENDA MAIS SOBRE O COE

Diversificação e acesso a novos mercados em um único investimento.

O COE – Certificado de Operações Estruturadas – é um tipo de investimento que combina elementos de Renda Fixa e Renda Variável, com retornos atrelados a ativos e índices, como câmbio, inflação, ações e ativos internacionais.

POR QUE INVESTIR NO COE?

Internacionalização

Sem a necessidade de enviar recursos ao exterior.

Flexibilidade

Possibilidade de customização por parte do investidor, respeitando os requisitos mínimos exigidos pelo emissor.

Valores competitivos

Tributação única e custos mais baixos se comparados a investir nos ativos/derivativos separadamente.

Dúvidas frequentes

Antes mesmo de ser um produto, o COE é um veículo de alocação. Trata-se de um meio para ter exposição a diversas classes de ativos, através de diferentes estruturas. Assim como acontece com os fundos de investimentos, que podem ser classificados como Renda Fixa, Ações, Multimercados, Crédito Privado, etc., cada COE tem uma natureza e particularidade. Podemos comparar com fundos, os quais podem ser classificados como Renda Fixa, Ações, Multimercados, Crédito Privado, etc. Dessa forma, o produto é definido pela soma de inúmeras características , tais como: estrutura, ativo objeto, prazo, etc. Não podemos dizer que “COE” é bom ou ruim, trata-se de uma afirmação sem fundamento e generalizada. Um COE ligado ao S&P 500 é totalmente diferente de um COE ligado a um fundo de Renda Fixa Global ou a uma Carteira de Ações Brasileiras.

Possibilidade de retornos expressivos com riscos controlados. Os cenários de ganhos ou perdas são conhecidos desde o início da estrutura. Os ativos que oferecem maiores retornos possuem também maiores riscos. Ex: Um investidor que gostaria de obter um retorno mais elevado mas não tem apetite para perdas de mercado, pode utilizar um COE de capital protegido para ter um potencial acessar retornos de ações. Ou seja, o cliente sempre terá visibilidade do que vai acontecer e assume um risco mais consciente;
· Possível participação de alta do mercado sem risco de perda do principal investido;
· Acesso ao mercado internacional, sem risco cambial e com um ticket mínimo baixo – exemplo: exposição a retornos de fundos de ações ou de renda fixa globais, dos melhores e mais renomados gestores do mundo, sem ter que enviar o dinheiro para o exterior;
· Retornos de ativos que o investidor não conseguiria acessar sem incorrer em riscos de mercado ou exposição cambial.

O risco de crédito de todos os COEs é do banco emissor, por isso a XP se compromete em distribuir COEs de primeira linha (proveniente de emissores com rating máximo AAA). Quanto ao risco das ações não performarem, trata-se do risco de mercado assumido pelo investidor ao acessar determinado ativo.

Exemplo: Para um COE de capital protegido, não há risco de mercado, apenas risco de crédito do emissor.

Ao investir em um COE, você não está comprando o ativo objeto e sim um derivativo ligado a ele. Todo COE é formado por uma operação pré fixada com estratégias em derivativos. No caso dos COEs com capital protegido, a operação pré fixada é responsável por garantir o principal investido.
Os COEs com capital protegido não possuem risco de mercado, ou seja, mesmo se as ações caírem, o investidor recebe de volta o capital investido. Quando o investidor compra uma carteira de ações diretamente ele pode apresentar perdas.

O capital investido é garantido apenas se o COE for levado ao vencimento. Caso o investidor queira resgatar seu dinheiro antes da data do vencimento, há risco de apresentar perda do principal investido devido à possíveis variações na marcação a mercado.

1. 1) COEs de capital protegido: O investidor recebe de volta o capital principal investido.
2. 2) COEs que não possuem valor nominal protegido: Pode haver perda até o total do valor investido.

Importante: O risco de crédito é do banco emissor.

As taxas embutidas nos COEs variam de acordo com cada estrutura e ativo objeto, dependendo da curva de juros no Brasil e de outros fatores que afetam o preço das opções, tais como: volatilidade, prazo, preço do ativo objeto e taxa de juros.
A taxa máxima que pode estar embutida em um COE da XP varia de 0,5% a 2% ao ano, em linha com as taxas de administração dos melhores fundos multimercados e ações. Os COEs não possuem taxa de performance nem come cotas.

O ano de 2018 foi marcado por elevada volatilidade no mercado internacional.
Quase todas as classes de ativos apresentaram desempenho negativo em 2018, especialmente ações e renda fixa.
O ano foi marcado por preocupações em relação a:

Fonte: Bloomberg

Sendo assim, os COEs ligados a ativos internacionais, tanto a fundos, como a índices e ações tiveram suas performances afetadas em 2018.
É importante ressaltar que para todo COE o importante é o preço na data de início e na data de vencimento (ou observação, no caso do autocallable).
Ou seja, COEs que ainda não venceram, podem apresentar performance positiva caso haja uma retomada na performance do ativo objeto.

Não, não é verdade. No mercado internacional os COEs são chamados de notas estruturadas. Trata-se de um mercado de mais de 2 trilhões de dólares em estoque. Em 2018, foram emitidos 94,9 bilhões de dólares globalmente.

Não. Os derivativos embutidos em um COE são opções de balcão de longo prazo, não encontradas no mercado. Para ativos internacionais, estas opções são negociadas em seus respectivos domicílios. Na XP, não emitimos COEs que são replicáveis. Estruturas que podem ser realizadas com opções mais simples são direcionadas à área de Produtos Estruturados.

Endereço

R. Diogo Moreira, 132 – sala 1101 e 1102 Pinheiros São Paulo

Contatos

55 11 3032-2232 ou 55 11 95172-6324 Ouvidoria XP 0800-722-3710 [email protected]
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